um cão andaluz que não tem cão que anda na luz
maio 26, 2017um filme surrealista, lançado em mil novecentos e vinte e nove, e que nasceu dos sonhos de salvador dali e luis buñuel (literalmente). é daí que vem a clássica cena da navalha cortando um olho. ele é totalmente fora do comum e do "aceitável". um cão andaluz não possui coerência ou linearidade, apenas o subconsciente trabalha com muita força. esse não é do tipo de filme super subjetivo em que a pessoa precisa se esforçar até sair fumaça da cabeça para entender, fazer isso é ridículo. a única coisa que importa é que esse filme, para a época, foi totalmente inovador, além de bater na cara da sociedade por conta de algumas cenas que poderiam ser facilmente consideradas uma perversão naquela época. o que vale aqui é a afirmação desse filme como genial por ter abrido algumas portas e a apreciação da artes que o dali e o buñuel criaram juntos.
atémais! ☆


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